A demissão do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna - ainda não oficializada, mas confirmada pelo Ministério de Minas e Energia nesta segunda-feira (28/3) -, não deve mudar a política de preços da estatal, avaliam economistas que atuam no mercado financeiro.
Segundo os analistas, a demissão é uma ação política do presidente Jair Bolsonaro (PL) para deixar claro à sua base em ano eleitoral seu descontentamento com a alta de preços dos combustíveis, após o forte reajuste promovido pela Petrobras no início de março, com aumento de 25% do diesel, 19% da gasolina e 16% do gás de botijão.

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